{"id":4132,"date":"2023-06-22T12:14:22","date_gmt":"2023-06-22T15:14:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindmetalsa.org.br\/?p=4132"},"modified":"2023-06-22T12:14:22","modified_gmt":"2023-06-22T15:14:22","slug":"entrevista-com-cicero-martinha-e-adilson-sapao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/br01.clst1804.huntidata.com.br\/~sindmetalsaorg\/2023\/06\/22\/entrevista-com-cicero-martinha-e-adilson-sapao\/","title":{"rendered":"ENTREVISTA COM C\u00cdCERO MARTINHA E ADILSON SAP\u00c3O"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesta edi\u00e7\u00e3o especial, O Metal\u00fargico conversou com o presidente eleito do Sindicato dos Metal\u00fargicos de Santo Andr\u00e9 e Mau\u00e1, Adilson Sap\u00e3o e o atual presidente, C\u00edcero Martinha, que ser\u00e1 o vice na pr\u00f3xima composi\u00e7\u00e3o da nova diretoria que toma posse neste s\u00e1bado, 24, \u00e0s 10h, na sede de Santo Andr\u00e9. No bate-papo, eles falam dos desafios atuais e futuros do Sindicato, a expectativa com o governo Lula, as conquistas dos trabalhadores da categoria, fortalecimento da negocia\u00e7\u00e3o coletiva e muito mais.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"870\" height=\"636\" src=\"https:\/\/br01.clst1804.huntidata.com.br\/~sindmetalsaorg\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/WhatsApp-Image-2023-06-22-at-12.04.40.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4134\" srcset=\"https:\/\/br01.clst1804.huntidata.com.br\/~sindmetalsaorg\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/WhatsApp-Image-2023-06-22-at-12.04.40.jpeg 870w, https:\/\/br01.clst1804.huntidata.com.br\/~sindmetalsaorg\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/WhatsApp-Image-2023-06-22-at-12.04.40-300x219.jpeg 300w, https:\/\/br01.clst1804.huntidata.com.br\/~sindmetalsaorg\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/WhatsApp-Image-2023-06-22-at-12.04.40-768x561.jpeg 768w, https:\/\/br01.clst1804.huntidata.com.br\/~sindmetalsaorg\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/WhatsApp-Image-2023-06-22-at-12.04.40-600x439.jpeg 600w\" sizes=\"(max-width: 870px) 100vw, 870px\" \/><figcaption>Foto: Jonas Mattos<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ap\u00f3s anos resistindo \u00e0 falta de di\u00e1logo com governos anteriores, o movimento sindical volta \u00e0 cena pol\u00edtica e econ\u00f4mica do pa\u00eds com o governo Lula, tendo espa\u00e7o nas discuss\u00f5es sobre os rumos do Brasil. O que voc\u00ea, Martinha, pensa sobre esse momento e como os sindicatos podem contribuir para a qualidade das agendas da classe trabalhadora?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Martinha:<\/strong> Num governo democr\u00e1tico \u00e9 necess\u00e1rio que todos os setores da sociedade participem da ideia de governar o pa\u00eds. O governo n\u00e3o pode ser s\u00f3 de uma parcela da sociedade. Ele tem que estar preocupado com os trabalhadores, empres\u00e1rios, investidores, setor agr\u00e1rio, meio ambiente, com toda a cadeia produtiva. \u00c9 preciso pensar no conjunto e n\u00e3o numa parte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nos \u00faltimos tempos tivemos governos fechados e antidemocr\u00e1ticos. Agora renascemos com um governo como o Lula, que dialoga e pensa no Brasil como um todo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em outros momentos da hist\u00f3ria, o movimento sindical teve participa\u00e7\u00e3o importante em in\u00fameras conquistas e transforma\u00e7\u00f5es sociais por meio de lutas, com suas reivindica\u00e7\u00f5es, greves, mobiliza\u00e7\u00f5es, sempre nos fundamentos da democracia. A participa\u00e7\u00e3o do sindicalismo combativo \u00e9 fundamental, levamos as nossas demandas e n\u00e3o s\u00f3 reivindicamos, apresentamos propostas de governo. O movimento sindical amadureceu suficientemente para entender o que precisa ser feito no pa\u00eds. Do outro lado, os empres\u00e1rios tamb\u00e9m t\u00eam as suas especialidades e import\u00e2ncia, por isso o di\u00e1logo \u00e9 fundamental.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Os \u00faltimos seis anos, Sap\u00e3o, foram marcados por fortes ataques ao movimento sindical e aos direitos dos trabalhadores. Como esse cen\u00e1rio impactou a atua\u00e7\u00e3o do Sindicato em Santo Andr\u00e9 e Mau\u00e1 e como ele sobreviveu?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sap\u00e3o:<\/strong> Nesses seis anos de desgovernos, dois do Temer e quatro do Bolsonaro, a classe trabalhadora sofreu muitas perdas de direitos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em nenhum momento da hist\u00f3ria, depois da cria\u00e7\u00e3o da CLT, em 1943, os trabalhadores perderam tantos direitos como nesse per\u00edodo, principalmente com a reforma Trabalhista e a terceiriza\u00e7\u00e3o no governo Temer. Ali\u00e1s, os defensores dessas aberra\u00e7\u00f5es falavam que com essas mudan\u00e7as seriam criados milh\u00f5es de empregos. Cad\u00ea? Voc\u00ea n\u00e3o gera emprego tirando direito dos trabalhadores, diminuindo o poder de compra das pessoas. Voc\u00ea gera emprego com o trabalhador ganhando bem, podendo consumir no com\u00e9rcio e a ind\u00fastria produzindo. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E o nosso grande desafio, como movimento sindical que agora tem espa\u00e7o dentro do governo democr\u00e1tico do presidente Lula, \u00e9 a retomada dos empregos de qualidade na nossa categoria. Bolsonaro foi um governo unilateral, deixou o setor industrial de lado, s\u00f3 pensou no agroneg\u00f3cio. Ali\u00e1s, investiu forte no agro e ainda deixou mais de 33 milh\u00f5es de pessoas passando fome. Tudo que o agro produzia, praticamente exportava e sobrava muito pouco.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/br01.clst1804.huntidata.com.br\/~sindmetalsaorg\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/JNS_0020-683x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4135\"\/><figcaption>Foto: Jonas Mattos<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Dia 24 de junho ser\u00e1 mais uma data importante para o Sindicato, com a posse da nova diretoria, na qual teremos o hoje vice-presidente, Sap\u00e3o, assumindo a presid\u00eancia e o atual presidente, Martinha, assumindo a vice-presid\u00eancia, como \u00e9 que voc\u00eas avaliam essa transi\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Martinha:<\/strong> N\u00f3s estamos atravessando um momento dif\u00edcil, pois perdemos muitos postos de trabalho e o governo anterior contribuiu para isso. Mas agora temos a esperan\u00e7a com os novos rumos que o Brasil vem tomando. Acredito que vamos discutir mais a regi\u00e3o do ABC, com ind\u00fastrias mais especializadas e qualidade de trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Brasil \u00e9 do tamanho de um continente, tem de[1]mandas em todos os cantos, mas n\u00f3s sabemos que a nossa regi\u00e3o \u00e9 um ponto estrat\u00e9gico. \u00c9 poss\u00edvel melhorar as condi\u00e7\u00f5es da regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E sobre a nossa categoria, com o Sap\u00e3o, temos a certeza que ele vai assumir um Sindicato que vai crescer ainda mais e desenvolver o papel que cumpriu at\u00e9 agora na defesa dos trabalhadores. O Sap\u00e3o re\u00fane muitas qualidades, tem experi\u00eancia, juventude suficiente e sabe liderar. J\u00e1 est\u00e1 na diretoria h\u00e1 muito tempo, sempre com uma lealdade extraordin\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Termino a minha presid\u00eancia satisfeito e feliz da vida. Se tivesse que voltar no tempo, faria tudo que fiz por esse Sindicato e pelas lutas e conquistas da categoria. Como vice-presidente, terei mais tempo para me dedicar a pol\u00edtica na regi\u00e3o, na busca em unir as for\u00e7as progressistas, de esquerda e centro esquerda que visam os avan\u00e7os sociais da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sap\u00e3o:<\/strong> Eu penso dentro dessa conjuntura em tr\u00eas momentos: passado, presente e futuro. O nosso Sindicato completa 90 anos. Se hoje estamos aqui \u00e9 porque pessoas trouxeram essa entidade at\u00e9 aqui. E eu tenho a responsabilidade de dar sequ\u00eancia a essa trajet\u00f3ria de conquistas e defesa da categoria. J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o ao Brasil, temos o desafio da guerra fiscal. Hoje, empresas deixam a regi\u00e3o por causa de altos benef\u00edcios que s\u00e3o dados para que saiam daqui. Alguns estados praticamente pagam para que isso aconte\u00e7a. A quest\u00e3o n\u00e3o \u00e9 que a regi\u00e3o do ABC tem que ser soberana, a industrializa\u00e7\u00e3o tem que estar em todas as regi\u00f5es do Brasil, onde tenha uma forma de competitividade dentro das mesmas condi\u00e7\u00f5es, isso \u00e9 um dos desafios que vamos enfrentar nessa vis\u00e3o de futuro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Martinha, ao final deste seu mandato, qual legado gostaria que fosse lembrado pela sua presid\u00eancia?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Martinha:<\/strong> A luta pela redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho foi incr\u00edvel. Nas d\u00e9cadas de 60, 70 e 80 se o trabalhador chegasse um minuto atrasado na f\u00e1brica e batesse cart\u00e3o, perdia meia hora do sal\u00e1rio, o domingo e se tivesse um feriado na semana perdia tamb\u00e9m. A\u00ed conquistamos uma redu\u00e7\u00e3o de 48 horas para 44 horas, 43, 42 horas. A campanha nossa era para ter mais tempo para o lazer, para estudar. N\u00f3s metal\u00fargicos, na greve de 1985, conseguimos dar esse primeiro passo e em 1988 a Constitui\u00e7\u00e3o regulamentou 44 horas semanais. Aqui na nossa regi\u00e3o, conseguimos outras conquistas, transporte coletivo, fretamento na maioria das empresas, sem falar na nossa participa\u00e7\u00e3o na cria\u00e7\u00e3o da PLR.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/br01.clst1804.huntidata.com.br\/~sindmetalsaorg\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/JNS_0045-683x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4136\"\/><figcaption>Foto: Jonas Mattos<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Qual \u00e9 a opini\u00e3o do Sap\u00e3o sobre o debate do fortalecimento da negocia\u00e7\u00e3o coletiva na atualiza\u00e7\u00e3o do modelo sindical?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sap\u00e3o:<\/strong> O movimento sindical necessita dessa reformula\u00e7\u00e3o. H\u00e1 casos de sindicatos que t\u00eam mandatos de 20 anos. O imposto sindical ajudava os sindicatos? Sim! Mas tamb\u00e9m financiava os sindicatos que muitas vezes n\u00e3o faziam nada pelo trabalhador. Por isso, somos contr\u00e1rios ao imposto. Mas dentro do processo coletivo, o sindicato n\u00e3o negocia s\u00f3 pelo seu associado, negocia pela sua categoria, isto est\u00e1 na Constitui\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o, o que n\u00f3s entendemos \u00e9 que para o Sindicato ser fortalecido tem que ter o seu associado e, logicamente, dentro do acordo coletivo, a partir do momento que o sindicato vai l\u00e1 e negocia e conquista acordo, que todos contribuam. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m \u00e9 importante frisar para os mais jovens que est\u00e3o chegando agora na ind\u00fastria e n\u00e3o sabem que a PLR, transporte, cesta b\u00e1sica, foram conquistas do Sindicato. A lei n\u00e3o obriga a empresa a pagar PLR , obriga a ter a negocia\u00e7\u00e3o com o Sindicato. Na Campanha Salarial n\u00e3o existe aumento autom\u00e1tico, a lei diz que tem que haver a negocia\u00e7\u00e3o coletiva, por isso temos a nossa conven\u00e7\u00e3o coletiva, ali\u00e1s, a dos metal\u00fargicos \u00e9 uma das mais fortes dentro do Estado de SP.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pensando no futuro do papel Sindicato na vida dos trabalhadores da categoria, quais s\u00e3o os principais desafios que voc\u00eas identificam?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Martinha:<\/strong> Eu imagino que o futuro do movimento sindical tem que passar por algumas experi\u00eancias. Eu penso que \u00e9 preciso criar o sindicato da ind\u00fastria, n\u00e3o s\u00f3 ind\u00fastria metal\u00fargica, qu\u00edmica, tecelagem, mas todas as ind\u00fastrias ligadas a um determinado Sindicato. O papel da ind\u00fastria \u00e9 produzir, transformar, sendo metal\u00fargica ou pl\u00e1stico. Um carro por exemplo \u00e9 um mix de produtos. Eu sei que \u00e9 dif\u00edcil, cada um vai olhar mais para o seu umbigo, mas temos que evoluir, ou voc\u00ea evolui no debate ou mudam voc\u00ea. Temos que ser propositivos e n\u00e3o reativos. Essa reforma sindical era para ter acontecido l\u00e1 atr\u00e1s, dois governos Lula, governo Dilma e como n\u00e3o fizemos, fizeram por n\u00f3s de qualquer jeito, fizeram nos atacando e agora temos que reformular. N\u00e3o d\u00e1 mais para ter tantos Sindicatos, sem fun\u00e7\u00e3o devida na Constitui\u00e7\u00e3o, sempre tem aproveitadores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sap\u00e3o:<\/strong> Nosso Sindicato chegou no auge de 50 mil trabalhadores, hoje tem 10 mil. N\u00f3s temos hoje no Brasil mais de 18 mil sindicatos, \u00e9 um n\u00famero absurdo e lembrando que n\u00e3o s\u00e3o apenas de trabalhadores, h\u00e1 cerca de 6.000 patronais e 12 mil dos trabalhadores. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Hoje, se voc\u00ea pegar a ind\u00fastria metal\u00fargica quem vai negociar \u00e9 o sindicato dos metal\u00fargicos, mas dentro da empresa tem 10, 15 sindicatos representados, tem o da limpeza, o da seguran\u00e7a, do restaurante, enfim, h\u00e1 v\u00e1rios sindicatos. Por isso \u00e9 importante essa fala do Martinha, sobre come\u00e7ar a pensar em sindicatos mais abrangentes e fortalecidos para que todos os trabalhadores sejam bem representados.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"678\" src=\"https:\/\/br01.clst1804.huntidata.com.br\/~sindmetalsaorg\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/DSC_0673-1024x678.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4137\" srcset=\"https:\/\/br01.clst1804.huntidata.com.br\/~sindmetalsaorg\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/DSC_0673-1024x678.jpg 1024w, https:\/\/br01.clst1804.huntidata.com.br\/~sindmetalsaorg\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/DSC_0673-300x199.jpg 300w, https:\/\/br01.clst1804.huntidata.com.br\/~sindmetalsaorg\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/DSC_0673-768x509.jpg 768w, https:\/\/br01.clst1804.huntidata.com.br\/~sindmetalsaorg\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/DSC_0673-1536x1017.jpg 1536w, https:\/\/br01.clst1804.huntidata.com.br\/~sindmetalsaorg\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/DSC_0673-2048x1356.jpg 2048w, https:\/\/br01.clst1804.huntidata.com.br\/~sindmetalsaorg\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/DSC_0673-600x397.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Sap\u00e3o conduzindo assembleia na Eluma, em 2009<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"762\" src=\"https:\/\/br01.clst1804.huntidata.com.br\/~sindmetalsaorg\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/img026-1024x762.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4138\" srcset=\"https:\/\/br01.clst1804.huntidata.com.br\/~sindmetalsaorg\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/img026-1024x762.jpg 1024w, https:\/\/br01.clst1804.huntidata.com.br\/~sindmetalsaorg\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/img026-300x223.jpg 300w, https:\/\/br01.clst1804.huntidata.com.br\/~sindmetalsaorg\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/img026-768x571.jpg 768w, https:\/\/br01.clst1804.huntidata.com.br\/~sindmetalsaorg\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/img026-600x446.jpg 600w, https:\/\/br01.clst1804.huntidata.com.br\/~sindmetalsaorg\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/img026.jpg 1407w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Martinha durante assembleia na Cofap, em 1992.<\/figcaption><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nesta edi\u00e7\u00e3o especial, O Metal\u00fargico conversou com o presidente eleito do Sindicato dos Metal\u00fargicos de Santo Andr\u00e9 e Mau\u00e1, Adilson Sap\u00e3o e o atual presidente, C\u00edcero Martinha, que ser\u00e1 o vice na pr\u00f3xima composi\u00e7\u00e3o da nova diretoria que toma posse neste s\u00e1bado, 24, \u00e0s 10h, na sede de Santo Andr\u00e9. 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